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No Dona Ruth: Festival de Teatro Negro de São Paulo – 3ª edição, os Atos Artísticos são criações cênicas audiovisuais online e apresentações presenciais de artistas indígenas(es) e negras(es/os) de diferentes regiões do Brasil que transitam entre as linguagens do teatro, da performance, da dança e das artes visuais

Eu, Ruth de Souza

Elisa Lucinda  (RJ)
Data: 25 de outubro, segunda-feira. 20h
Formato: online
Local: Oficina Cultural Oswald de Andrade
Grátis
Classificação: Livre
Duração: 25min

Sinopse

“Eu, Ruth de Souza” é uma síntese da carreira de Ruth de Souza (1921-2019), primeira atriz negra brasileira a pisar no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A atriz Elisa Lucinda, recolheu alguns aspectos e fatos da carreira da artista e as incorporou para viver um pouco a dona Ruth e trazê-la com suas histórias para nós.

Ficha técnica

Direção: Elisa Lucinda.
Atriz: Elisa Lucinda.
Fotografia: Jonathan Estrella.
Edição: Jonathan Estrella.
Pesquisa: Sarah dos Anjos.
Música: Samba-enredo – Senhora da liberdade, abre as asas sobre nós (GRES Acadêmicos de Santa Cruz.
Classificação: Livre
Duração 33min

Videografia

Homenagem à Ruth de Souza/ Cinejornal – Canal Brasil
Repórter Brasil conversa com a atriz Ruth de Souza. Luciana Barreto – TV Brasil (2017)
Entrevista com a atriz Ruth de Souza. Luciana Barreto (2008)
Ruth de Souza e Selton Mello. Tarja Preta – Canal Brasil .
Ruth de Souza e Lázaro Ramos. Programa Espelho – Canal Brasil.

Sobre a artista

Elisa Lucinda é poetisa, jornalista, escritora, cantora e atriz. Nascida em 02 de fevereiro de 1958, em Vitória/ES. Cursou Comunicação Social na Universidade Federal do Espírito Santo, formando-se em Jornalismo na década de 1980. É uma das autoras que mais vendem no Brasil. Possui dezenove livros publicados, dentre os quais a Coleção Amigo Oculto, de livros infantojuvenis, que lhe rendeu, em 2002, o prêmio Altamente Recomendável [FNLIJ] por A Menina Transparente. Com o seu romance Fernando Pessoa, o Cavaleiro de Nada, que tem prefácio do incensado escritor moçambicano Mia Couto, foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura em 2015. Depois de Vozes Guardadas, a multiartista lançou O Livro do Avesso, o Pensamento de Edite, pela editora Malê, em 2019.

Seu primeiro trabalho na televisão foi na telenovela Kananga do Japão, em 1989, na extinta TV Manchete, por convite da diretora Tizuka Yamasaki. Em 2003, a convite do autor Manoel Carlos, atuou na novela Mulheres Apaixonadas, com a personagem Pérola mãe da atriz Camila Pitanga, trabalho esse que consolidou a carreira na grande mídia e firmou como artista de projeção nacional o trabalho que fazia como escritora, “dizedora” de versos e atriz nos espetáculos pelo país.

Ganhadora do Prêmio Especial do Júri do Festival de Cinema de Gramado, pelo conjunto de obra, no ano de 2020. Também premiada como Atriz Revelação do Festival de Cinema de Brasília, em 1989, pelo curta-metragem “Reference” de direção do Ricardo Bravo.

Atenção:
Para assistir a este Ato Artístico basta acessar o canal das Oficinas Culturais no Youtube a partir do dia 25 de outubro, às 20h.

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