O solo “A Mulher do Fim do Mundo” é um tiro no escuro, que arremessa indagações, questionamentos, afirmações e que dentro de um estado reflexivo uma mulher negra se depara com a existência de um corpo que respira a cada segundo para se manter de pé. Neste estado existencialista, estabelece um diálogo visceral e direto do corpo e, com os corpos, onde através do corpo negro e suas infinitas capacidades de afetação e do seu discurso de afirmação, valida a existência desses vários corpos que atravessa gerações flagelados socialmente.
Atuante desde 2015, em Macapá – AP integram seu núcleo de produção e criação, dois artistas (Ana Caroline e Jones Barsou) que juntos somam vida e arte, agregando em suas produções diferentes linguagens: circo, dança e teatro. A companhia se apropria dessas linguagens na busca de um corpo cênico que dê subsídio estético a uma dramaturgia autoral. Num processo de se amalgamar os elementos que advêm dessas linguagens as obras da companhia transitam livremente entre teatro, dança e circo.
Grupo: Cia Casa Circo de Artes Integradas
Texto e Direção: Jones Barsou
Interprete: Ana Caroline
Trilha Sonora: Jones Barsou e Paulo Bastos
Desenho de Luz: Eloy Pessoa
Montagem e Operação de luz: Jones Barsou
Operador de som: Paulo Rocha
Design de Figurino/Costureira: Cia Casa Circo / Hildenê Martins
Captação de Imagens: Tenebroso Crew.
Câmera: Dyego Bucchiery e Inca Moreira
Edição: Dyego Bucchiere
Captação de Som e mixagem: Alecsandro Cantuaria