Dê onde vem essa negrada aí? A pergunta é lançada e entre cantos, toques, danças e saudações aos brincadores, brincadoras e o povo da rua, abrimos os trabalhos no improviso e swing da malandragem. A narrativa do experimento acontece a partir do encontro e troca com o público, atentxs aos acontecimentos presentes buscamos quebrar com estéticas estabelecidas de palco e plateia, transitando livremente pelo espaço e buscando fazer aparecer os “entre lugares” nas relações, construindo uma ótica afro- orientada sobre riso e afetos.
Direção Artística: Vanessa Rosa
Corpo em cena: Eduardo Dialético, Cibele Mateus,
Loi Lima, Vanessa Rosa.
Artista/brincadorx: a convidar
Percussão: Cosme Lucian
Produção: Terreiros do Riso
Figurino: Alene Alves
Duração: 40 minutos aproximadamente.
Classificação: Livre
Fotos: Laio Rocha