Gira de Conversa com Clodd Dias (SP) e Juão Nyn (RN/ SP)

Clodd Dias
Poetisa e Artista de teatro e cinema. Atuou, entre outras peças: ENTREGA PARA JEZEBEL sob direção de Rodolfo Lima; LUZ NEGRA- direção de Paulo Faria; F.A.L.A. do Coletivo Negro sob direção de Flávio Rodriguesl; NOS CAMPOS DE PIRATININGA (Musical sobre o Futebol) sob a direção Imara Reis; CAMINO REAL, texto de Tennessee Williams sob direção de Nelson Baskerville; F.E.S.T.A sob direção de Valéria Marchi e Érika Bodstein. No cinema atuou na série original Manhãs de Setembro pela Amazon Prime Video, no longa-metragem Lili e as Libélulas de René Guerra e também no longa Dois mais Dois sob direção de Marcelo Saback, em curtas como: LUGAR PRA NINGUÉM direção de Fabiana Carlucci e argumento de João Fábio Cabral, premiado no festival DIGO e com exibição na 12 MOSTRA DE CINEMA LATINO AMERICANO EM SÃO PAULO; PRETO sob direção de Elton de Almeida e o longa- metragem THE CROSSWORD MONOLOGUES de Hideaki Takaoka. Participou do infanto-juvenil HISTÓRIA DE BRINQUEDOS, texto e direção de Tathiana Valério na plataforma RECREIO NAS FÉRIAS pela Cooperativa Paulista de Teatro. Atualmente é também membro integrante do coletivo Amigas do Samba na cidade de São Paulo.

Juão Nyn
Multiartista, atua na performance, no teatro, no cinema e na música. Potyguar(a), 32 anos, ativista comunicador do movimento Indígena do RN pela APIRN, integrante do Coletivo Estopô Balaio de Criação, Memória e Narrativa, da Cia. de Arte Teatro Interrompido e vocalista/compositor da banda Androide Sem Par. Formado em Licenciatura em Teatro pela UFRN, está há sete anos em trânsito entre Natal e São Paulo. Como ator migrante, montou “A Cidade dos Rios Invisíveis” em 2014, 3º peça da “Trilogia das Águas”, dirigida por João Batista Júnior, em residência artística no Jardim Romano, bairro da extremo Leste de SP onde completaram em 2019, 100 (cem) apresentações da obra com 5 temporadas, ganhando assim, o Prêmio SHELL de 2019 na categoria Inovação. Também atuou no filme “FOME” (2015) de Cristiano Burlan, contracenando com o ator, ex-crítico de cinema, Jean Claude Bernadet e no filme “A Moça do Calendário” (2016), dirigido por Helena Ignez. E 2019 lançou o segundo disco da banda Androyde sem Par, intitulado RUYNAS, pela segunda edição do edital de Incentivo a Criação Artística – Linguagem Música. Atualmente, lançou o 1° livro, intitulado TYBYRA – Uma tragédia Indígena Brasileira, aprovado pelo PROAC dramaturgia 2019, estreou a peça “RESET NORDESTE” com o Coletivo Estopô Balaio em julho em plataforma online e está em pré-produção do espetáculo ” Ma’e  Yyramõi – Mar à vista ” numa parceria entre a Cia de Arte TEATRO INTERROMPIDO e o Coletivo Nhandereguá de Teatro da Terra Indígena Piaçawera,  prevista para quando a pandemia passar.