Pessoas e situações que tentam ofuscar nosso dia, nossa vida, nossa existência… Vem aquele aperto no peito, a angústia, parece que querem que precipitemos nosso fim. Ontem foi comigo, hoje foi com eles e amanhã poderá ser com você… ‘mas o que mata nossos adversários, é o nosso sorriso’ (Cacique Babau Tupinambá).
Naine Terena é Mestre em artes, doutora em educação, graduada em Comunicação Social (UFMT). Mulher do povo Terena, é Pesquisadora, professora Universitária, curadora e artista educadora. É organizadora da coletânea de escritores indígenas ‘Tempos’ – Ed. Sustentável, 2021. Terena foi uma das cinco finalistas do Jane Lombard Prize for Art and Social Justice, oferecido em 2019, pela Vera List Center for Art and Politics, de Nova York (EUA). Agraciada como Mestre da Cultura de Mato Grosso (2020/2021). Foi curadora da exposição Véxoa – Nós sabemos da Pinacoteca de SP, da Exposição Virtual Rec-Tyty, junto à Sandra Benitez, Airton Krenak, Carlos Papá e Cristine Takuá. É docente da especialização em gestão cultural – ampliação de repertórios, do Instituto Itaú Cultural. É pesquisadora colaboradora no projeto Cultures of Anti-Racism in Latin America – CARLA – Universidade de Manchester e no Labtecc/UFMT. É uma das organizadoras do e-book Teatro e os PovosIndígenas – Janelas Abertas para a possibilidade, 2021.
Concepção/direção: Criação comunitária
Atores: João Matias Costa Dias/ Cleidiná Custódio Farias
Produção: Etane de Jesus Barbosa
Sonoplastia/Paisagem sonora-visual: Naine Terena
Figurino: Concepção/direção: Criação coletiva
Áudio Cacique Babau Tupinambá e Anita Leocadia: Cortesia Mídia Ninja / Alexandre Cardoso