A peça mostra quatro personagens desterradas, que após uma desocupação violenta encontram-se no lugar onde moravam. Por meio da narrativa de uma das personagens, a Preta-Rainha, que é uma mulher rainha da bateria de escola de samba, o trecho que será apresentado traz à tona as questões sobre a construção violenta das políticas de embranquecimento brasileiro, o epistemicídio através das políticas de miscigenação e a objetificação e coisificação do corpo da mulher negra.
Concepção Geral: Coletivo Negro
Atuação: Aysha Nascimento
Direção: Flávio Rodrigues
Dramaturgia: Jé Oliveira
Iluminação: Marcel Alani
Apoio operacional: Pietro Nascimento
Ao vivo: 21 de nov, sábado; 21h
Reprise: 26 de nov, quinta; 20h
Local: Transmissão direta do Teatro Alfredo Mesquita
Classificação: 14 anos
40min