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Os Quilombos Artísticos Pedagógicos são os espaços de formação e criação do Dona Ruth: Festival de Teatro Negro de São Paulo. Aqui, pessoas indígenas e negras com atuações em diversas artes e áreas de pesquisa se encontram com o público para instaurar, de forma coletiva, processos de estudos e experimentações artísticas e pedagógicas.  

Escritas em Oralituras

Orientação: Cibele Mateus (SP)  e Juão Nyn (RN/ SP)
Data: 25, 26, 27 das 10h às 14h. Dia 28 das 14h às 15h30
Formato: online, atividade fechada para inscritos e aberta no último dia para o público
Local: Museu Afro Brasil – Zoom e Youtube

Vagas 20

Público
Pessoas indígenas e negras a partir dos 18 anos de idade.

O Quilombo Artístico-Pedagógico – Escritas em Oralituras, é um terreiro de estudos, experimentação e trocas de pesquisas e práticas de criação. Fundamentado nas epistemologias, cosmologias e ontologias indígenas e negras, neste Quilombo será proposto o tensionamento dos princípios coloniais que fundamentam o campo teórico e prático das artes da cena, a partir do estudo das zonas de fronteiras e os espaços de cruzo entre oralidade e escrita, enquanto forças motrizes para elaborações artísticas. Com provocação e orientação de Cibele Mateus e Juão Nyn, es participantes serão convidades a compartilhar suas pesquisas, revisitar e atualizar seus procedimentos e técnicas de criação, em um trajeto que vislumbra fundamentar aspectos políticos, poéticos e éticos para a concepção de projetos artísticos, fora dos paradigmas e dos parâmetros hegemônicos das artes.

No dia 28 de outubro, a atividade ocorre dentro Negras Palavras – tradicional evento do Museu Afro Brasil. No encontro, que será transmitido ao vivo pelo Youtube, participantes e orientadoras/es compartilham com o público os processos artísticos dos dias anteriores do Quilombo Artístico-Pedagógico.

Cibele Mateus artista do riso, atriz, educadora social e pedagoga. Desenvolve seus trabalhos cênicos a partir de motrizes e matrizes de tradições afrodiaspóricas, afroindígenas e na arte de rua, desde 2005. É integrante do Grupo Manjarra (SP) desde 2011, onde inicia sua trajetória como Mateus (figura cômica da “cara preta”). Desde 2014, tem seguido em busca das máscaras de pretume e da arte misteriosa do riso, buscando criar uma poética própria de comicidade negra.

Juão Nyn é multiartista, atua na performance, no teatro, no cinema e na música. Potyguar(a), 32 anos, ativista comunicador do movimento Indígena do RN pela APIRN, integrante do Coletivo Estopô Balaio de Criação, Memória e Narrativa, da Cia. de Arte Teatro Interrompido e vocalista/compositor da banda Androide Sem Par. Formado em Licenciatura em Teatro pela UFRN, está há sete anos em trânsito entre Natal e São Paulo.

Atenção:
Esta atividade vai ocorrer via Zoom, por isso será necessário que todas as pessoas participantes baixem o aplicativo em seus dispositivos. 

Inscrições encerradas

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