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No Dona Ruth: Festival de Teatro Negro de São Paulo – 3ª edição, os Atos Artísticos são criações cênicas audiovisuais online e apresentações presenciais de artistas indígenas(es) e negras(es/os) de diferentes regiões do Brasil que transitam entre as linguagens do teatro, da performance, da dança e das artes visuais

Vermelho, Branco e Preto (em processo)

Cibele Mateus (SP)
Data: 31 de outubro, domingo. 19h
Formato: presencial com público reduzido
Local: Teatro Cacilda Becker
Classificação indicativa: Livre
Duração: 60 min
Essa atividade contará com interpretação em Libras.
Atividade presencial. Use máscara, higienize as mãos e respeite o distanciamento.
Grátis
Os ingressos deverão ser retirados na bilheteria do Teatro Cacilda Becker 1 hora antes do início da apresentação. 

Sinopse

A partir da figura cômica “Mateus” da brincadeira do Cavalo Marinho pernambucano, Cibele Mateus mergulha no imaginário afrodiaspórico para saber mais sobre as fontes do riso, uma vez que as origens da dor e do pranto são muito bem conhecidas e exploradas. No espetáculo, a intérprete tece de forma (po)ética, política, irreverente e principalmente cômica; narrativas caboclas (Vermelho); o sistema colonial (Branco); sua identidade, ancestralidade e espiritualidade de mulher negra e periférica (Preto), trazendo o riso como resistência e denúncia.

Ficha Técnica

Vermelho, Branco e Preto (em processo)

Concepção: Cibele Mateus
Atuadora: Cibele Mateus
Direção: Juliana Pardo
Assistência de direção: Val Ribeiro
Preparação corporal: Val Ribeiro
Orientação dramatúrgica: Salloma Salomão
Dramaturgia textual: Salloma Salomão e Cibele Mateus
Orientação de “Mateus”: Sebastião Pereira de Lima (Mestre Martelo)
Direção musical: Amanda Martins e Alício Amaral
Criação de trilha sonora: Amanda Martins, Alício Amaral, Cibele Mateus e Rafa da Rabeca.
Banda: Amanda Martins (cordas, voz e percussão), Adriano Soares (percussão e voz), Nilma Rodrigues (Percussão e voz), Rafa da Rabeca (rabeca e voz), Rodrigo Reis (rabeca e voz), Cibele Mateus (voz).
Figurinos e adereços: Juliana Najú
Cenário : Eduardo Amaral (Dudu do circo)
Criação de luz e operação: Diego F.F. Soares
Produção Geral: Cibele Mateus
Assistência de produção: Vanessa Rosa

Sobre a artista

Cibele Mateus é artista do riso, atriz, educadora social e pedagoga. Desenvolve seus trabalhos cênicos a partir de motrizes e matrizes de tradições afrodiaspóricas, afroindígenas e na arte de rua, desde 2005. Vem fazendo sua trajetória de arte-vida em busca das máscaras de pretume, buscando criar uma poética própria de comicidade negra. Educadora Social desde 2007, onde atuou em diversos projetos sociais na região do ABC Paulista. Co-fundadora da Cia. As Marias, onde desenvolveu trabalhos com o foco na arte cênica de rua, atuando como intérprete, diretora e dramaturga (2005-2017). Co-fundadora do Bloco Maria Fuá, encantamento que possui atuação na periferia rural do bairro Parque Imigrantes, São Bernardo do Campo, onde nasceu e mora. Integrante do Grupo Manjarra, onde inicia sua trajetória como “Mateus” (figura da cara preta). Integrou a Cia. Mundu Rodá de Teatro Físico e Dança, onde atuou no espetáculo “Figuras Inesperadas”. Intérprete-criadora do “Azougue – Laboratório de Experimentação Cênica”, onde atua no espetáculo “Anjos Tortos”. Brinca de “Mateus” no Boi Canarinho, Boi LGBTQIA+ e Juremeiro (Fortaleza/CE).

Atenção

Não será permitida a entrada nas dependências do Teatro Cacilda Becker sem uso de máscaras. 

Endereço

Teatro Cacilda Becker –  Rua Tito, 295 – Lapa, São Paulo – SP, CEP: 05051-000

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